
Servidores DNS
A Multiefeitos possui servidores DNS próprios funcionando como servidores primários fazendo balanceamento de carga entre os 2 de modo a que a capacidade de resposta dos mesmos não seja degradada.
Os restantes 7 servidores DNS secundários (backup) residem em Inglaterra e na Alemanha sendo geridos remotamente. Contamos no nosso quadro com elementos formados na área do DNS e que asseguram o correcto funcionamento destes servidores. Essa formação foi efectuada numa das mais conceituadas empresas de consultadoria DNS, a MEN&MICE.
A MEN&MICE tem como seus clientes empresas tão conceituadas como a Abbott Laboratories, a International Data Group, a Johnson & Johnson, a LSI Logic, a Motorola, a Metro Group, o Bank of Scotland, a CIS UK, a Novartis, a Deutsche Telekom, a Grohe, o RaboBank, a ING, a PriceWaterHouseCoopers, a KPMG, a Michelin, o Union Bank of Switzerland, a Toyota Europe, a Friends Provident, a Signal Iduna, a Rolex, a RFV Sweden, diversos ISPs em todo o Mundo e muitas outras empresas.
Uma pequena explicação
Estes servidores constituem o elemento mais importante em toda esta estrutura de computadores ligados uns aos outros que é a internet e que funciona como uma autêntica teia. Daí o nome WWW (World Wide Web).
Sem estes servidores DNS a funcionar, é de todo impossivel navegar na internet, receber e enviar mail, conversarmos em 'chats', etc.
Como surgiu a internet ?
A internet nasceu da necessidade que os militares americanos tiveram para criar uma rede de comunicações alternativa em caso de conflito. Esta rede chamava-se ARPANET. Essa rede teria de funcionar fora do esquema "normal" das redes de comunicações existentes. Não funcionaria com uma estrutura hierárquica mas sim em rede, tipo teia, de modo a conseguir-se fácilmente aceder a qq destino através de nós de acesso ('nodes'). Se um nó estivesse em baixo, a comunicação seguia por um alternativ.
Rápidamente essa rede começou a ser utilizada por diversas universidades americanas e europeias onde obteve um tremendo succeso junto da comunidade universitária.
Esta migração é tão importante que foi já criado uma 'Task-Force' com o patrocinio da UE e que junta diversas empresas e universidades na Europa para testes técnicos com instalações reais já em funcionamento por toda a Europa. Esta 'Task-Force' também troca experiências com organizações semelhantes em todo o Mundo de modo a que o IPV6 seja uma realidade em breve.

O endereço em IPV6 tem 8 conjuntos de caracteres enquanto o endereço TCP-IP (V4) tem sómente 4 (e todos eles tem de ser numéricos). Logo aqui se pode constatar uma grande diferença na capacidade de endereçamento entre o TCP-IP actual (V4) e o IPV6.
Claro que as diferenças não se esgotam aqui e se quiser obter mais info, existem bastantes fontes na internet sobre o IPV6.

Como é que isso funciona ?
Esta é a função dos servidores DNS que usam o protocolo chamado BIND (BIND significa criar uma forte ligação).
O acesso a toda esta teia que é a internet, é efectuado, não por URLs (nomes de sites), mas sim por endereços IP. Claro que é de todo impossivel estarmos a fixar endereços IP quando queremos aceder a um site.
Se não existissem os servidores DNS, para aceder ao site, por exemplo, da instituição bancária BCP, tinhamos de digitar 193.53.22.50, se queriamos aceder ao site do jornal Público, tinhamos de digitar 195.23.4.80...

São, pois fundamentais e essesncias em toda esta teia, sendo fácil de entender, as consequências que a sua paragem pode causar na rede.
Vejamos mais em detalhe o que aconteçe quando escreve um qq nome de um site no browser:
1 - No browser usado (Firefox, Mozilla, Safari, Netscape, Explorer, etc) escreve o nome do site pretendido (ex: www.xpto.com);
No stack TCP-IP do sistema operativo usado, o pedido é enviado de imediato ao servidor DNS do ISP donde acede á internet (Sapo, Clix, Cabovisão, Netcabo, etc) e que lhe forneçe o serviço internet. O IP deste servidor DNS foi instalado no seu computador pessoal, por vezes automáticamente quando, subscreveu o serviço internet (ex: CD de instalação) sendo a sua definição completamente transparente para si.
Caso o servidor DNS do seu ISP "saiba" onde reside o site a consultar, ou seja, saiba o seu endereço IP (do servidor onde o site está instalado), ele vai redireccionar o seu pedido para este. Como resultado, o site www.xpto.com vai ser acedido e apareçe no seu browser.
Stack TCP-IP ? Todos os sistemas operativos funcionam por camadas (stacks) que interagem entre eles. O protocolo TCP-IP é parte integrante desses sistemas operativos, sejam UNIX, MacOS X, Linux, WinXP, etc.
ISP ? Nome usado internacionalmente para as empresas que forneçem acesso á internet (Internet Service Providers)

Estas questões que os servidores DNS colocam uns aos outros, de modo a encontrar o IP do site a aceder, chamam-se 'DNS resolving'
Esse 'DNS resolving' pode ser, por exemplo, para um servidor DNS em Inglaterra que poderá responder (ou não) á questão. Este ciclo pode chegar inclusivé aos DNS ROOT SERVERS.
Aliás, já aconteçeu em Outubro de 2002 um ataque DOS (Denial of Service) a esses ROOT SERVERS que teve graves consequências.
Depois de todas estas questões ('DNS resolving') serem resolvidas, ou seja o endereço IP do site a consultar ter sido encontrado, este vai apareçer na janela do seu browser. Claro está que todo este ciclo 'DNS resolving' é efectuado em ms, não tendo, muitas vezes, o utilizador qualquer noção disso.
Todos os servidores DNS estão pois em contacto permanente entre si, questionando-se e actualizando-se várias vezes por dia.
Só assim é que é possivel que um qq dominio / site seja registado num dia, por exemplo em Portugal, e passado 24 horas, esse mesmo site já poder ser acedido, por exemplo, a partir do Japão.
Para não estar dependente dos servidores DNS do seu ISP, a sua empresa pode ter os seus próprios servidores DNS.
Existem muitas vantagens nesse facto, sendo este o caso da Multiefeitos que tem 2 servidores DNS principais e 7 secundários, na Inglaterra e na Alemanha, sendo acedidos e controlados remotamente.